O anti-programa de Frei Betto…..

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(No momento em que inicia o Conclave para a eleição do novo Pontífice  consideramos muito oportuno o artigo abaixo em função dos perigos que rondam a Santa Igreja.)

O anti-programa de Frei Betto (e de muitos outros) para o Papado

11, março, 2013

  Leo Daniele

 

Em recente artigo,[1] Frei Betto enumera o que ele chama de desafios do novo Papa, a ser eleito pelo conclave com inicio na presente semana. É surpreendente como vai longe o autor! Antes de mais nada, vejamos o que é para ele Deus, o princípio e fundamento do tudo. Segundo o dominicano, Bento XVI teria   abolido “a teoria criacionista da doutrina católica e admitindo o evolucionismo”.

Entretanto, o Credo católico começa com as palavras: “Creio em Deus Padre todo poderoso, criador do Céu e da Terra”. É o  contrário das idéias adotadas por Frei Betto. Se esse ponto inicial está errado, o que será das consequências que dele tira? Quais são e que consequências trazem suas doutrinas sobre Deus e o universo?

Frei Betto afirma que, caso sejam verdadeiras,“isso significa mexer na estrutura piramidal da Igreja, flexibilizar o absolutismo papal, instaurar um governo colegiado”.Ou seja, desalienar a Igreja. “Desalienar”? Que vem a ser isso?

Em 1969, em um célebre estudo[2], Dr. Plinio se demora explicando o termoalienação. Tomando como base essa palavra, o pensamento de Frei Betto fica claro.Alienus é um vocábulo latino que equivale à palavra portuguesa “alheio”. Alienado é o que não se pertence a si mesmo, mas a outrem.[…] Alienante é a classe social que exerce a autoridade, ou possui a superioridade, seja através de um Rei, um Chefe de Estado, um Papa, um Bispo, um Sacerdote, um General, um professor, ou um patrão. Alienada é a classe que presta obediência à alienante. A classe alienada, pelo próprio fato de estar sujeita a outra classe em medida maior ou menor, nessa exata medida não se pertence a si mesma, e está alienada a essa outra”.

Diz a seguir Dr. Plinio que o supremo objetivo de uma Igreja progressista é “uma Igreja não alienante nem alienada”. Em consequência, seria preciso “transformar a Igreja Católica, de alienante e alienada que é, em uma Igreja-Nova, sem nenhuma forma de alienação”. A Igreja de sempre acredita “em um Deus transcendente, pessoal, dotado de inteligência e vontade, perfeito, eterno, criador, regedor e juiz de todos os homens. Estes são infinitamente inferiores a Ele, e Lhe devem toda sujeição. E, crendo em um tal Deus, os homens aceitam um Deus alienante.

Mas ao que parece Frei Betto não crê em um Deus absoluto e transcendente. Para as pessoas com a mentalidade do dominicano, o Deus da Igreja de sempre “corresponde a um estágio já superado da evolução do homem, o homem infantil e alienado. Hoje, o homem, tornado adulto pela evolução, não aceita um Deus do qual ele é, em última análise, um servo, e que o mantém na dependência de seu poder paterno, ou antes, paternalista, como dizem pejorativamente […] O homem adulto repele toda alienação, e quer para si outra imagem de Deus: a de um Deus não transcendente a ele, mas imanente nele. Um Deus que é impessoal, que é como um elemento difusamente esparso em toda a natureza, e portanto, também, em cada homem. Numa palavra, um Deus que não aliena.[3]

Mas há outras formas de alienação. Veja-se o que diz o dominicano: “Outro desafio édar fim ao tabu em relação à moral sexual. Hoje, é vetado debater esse tema no interior da Igreja. A rigor, os católicos estão todos proibidos de manter relações sexuais que não sejam com a explícita intenção de procriar, contrair segundas núpcias após divórcio, usar preservativos, admitir o aborto em certas circunstâncias, aprovar a união de homossexuais e defender o fim do celibato obrigatório para padres e o direito de acesso das mulheres ao sacerdócio”.[4]

Afirma Dr. Plinio: “É bem verdade que a afirmação de um Deus transcendente ealienante tem seu fundamento em numerosas narrações dos Livros Sagrados. Mas segundo a doutrina progressista, como essas narrações não são realidades históricas precisas, elas são mitos elaborados pelo homem não adulto, alienado e sequioso de alienação. Hoje, elas devem ser reinterpretadas segundo uma concepção, não alienante, mas adulta. Ou até recusadas. Com isto, se purifica a Religião de seus mitos.” É o que eles chamam de desmitificação.

Na Igreja de sempre “a Hierarquia está investida do tríplice poder de ordem, de magistério e de jurisdição. “Assim, a existência de um Papa, monarca espiritual rodeado do Colégio dos Príncipes eclesiásticos, que são os Bispos – dos quais cada qual é, na respectiva Diocese, como que um monarca sujeito ao Papa – não é compatível com a Igreja-Nova. Como também não podem subsistir os Párocos, que regem, sob as ordens do Bispo, porções do rebanho diocesano. “Cumpre, para desalienar a Igreja, democratizar da Hierarquia. É preciso constituir, nEla um órgão representativo dos fiéis, que exprima o que os carismas dizem no íntimo da consciência destes. Órgão eletivo, é claro, e que represente a multidão. Órgão que faça pesar decisivamente sua vontade sobre os Hierarcas da Igreja, os quais, também é claro, deverão, daqui por diante, ser eletivos. […] A desalienação completa envolveria, em estágio ulterior, a abolição de toda a Hierarquia.[5]

Considerando, entretanto, tão somente a reforma que os congêneres de Frei Betto agora explicitamente pleiteiam, podemos dizer que ela transformaria a Igreja “numa monarquia como a da Inglaterra, isto é, um regime efetivamente democrático, dirigido fundamentalmente por uma Câmara popular eletiva, onipotente, no qual se conserva pró-forma um Rei decorativo (no caso da Igreja-Nova, o Papa), Lords sem poder efetivo (os Bispos e Párocos), e uma Câmara alta de aparato (o Colégio Episcopal). E ainda, para que a analogia entre o regime da Inglaterra e a Igreja-Nova seja completa, seria preciso figurar um Rei e Lords eletivos (isto é, Papa e Bispos eleitos pelo povo). “Para completar o quadro da democratização, cumpre acrescentar que, na Igreja-Nova, as paróquias seriam grupos fluidos e instáveis, e não circunscrições territoriais definidas como soem ser hoje. Esta fluidez, pensamos, também se estenderia, em rigor de lógica, às Dioceses”.

A Hierarquia já não seria na Igreja senão um nome vão”. Parece ser este o anti-programa de Frei Betto (e muitos outros) para o Papado. Foi o que seu divino Fundador, Nosso Senhor Jesus Cristo, estabeleceu? De onde foi extraído o ideal da desalienação da Igreja?


[1] Os desafios para o novo Papa, O Globo, 6 de março de 2013.

[2] Plinio Corrêa de Oliveira, Catolicismo nº especial, 220/221 de abril/maio 1969; Folha de S.Paulo, 26-3-69; ibid. 2-4-69; ibid. 7-5-69; ibid. 14-5-69; ibid. 21-5-69.

[3] Plinio Corrêa de Oliveira, op. cit.

[4] Frei Betto, op.cit.

[5] Plinio Corrêa de Oliveira, op. cit.

 

Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/o-anti-programa-de-frei-betto-e-de-muitos-outros-para-o-papado?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29

 

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Movimento homossexual agride fisicamente os jovens católicos

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http://ipco.org.br/home/noticias/movimento-homossexual-agride-fisicamente-os-jovens-catolicos

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O Amor da Sabedoria Eterna – novo livro para download

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São Luis M. G. de Montfort

“A Sabedoria eterna é doce, simples e atraente e, ao mesmo tempo, ela é brilhante, excelente e sublime. Convoca os homens para lhe ensinar o método de serem felizes: vai à procura deles, sorri-lhes, cumula-os de mil benefícios e previne-os de mil e uma maneira; chega, até mesmo, a sentar-se à soleira das suas casas, à sua espera, dando-lhes assim a prova de amizade verdadeira. Será possível ter-se coração e recusá-lo a essa doce conquistadora?” pag. 21.

Clique aqui

 

 

 

 

 

 

ÍNDICE
Apresentação

Introdução
I. Oração à Sabedoria eterna
II. Avisos da divina Sabedoria aos príncipes e aos poderosos da Terra
III. Considerações do Autor
Capítulo I – Para amar e procurar a divina Sabedoria é necessário conhecê-la

Capítulo II – Origem e excelência da Sabedoria eterna

Capítulo III – Maravilhas do poder da Sabedoria divina na criação do mundo e do homem

Capítulo IV – Maravilhas da bondade e da misericórdia da Sabedoria eterna antes da sua encarnação

Capítulo V – A excelência maravilhosa da Sabedoria eterna

Capítulo VI – Os desejos intensos da divina Sabedoria em comunicar-se aos homens

Capítulo VII – Escolha da verdadeira Sabedoria

Capítulo VIII – Efeitos maravilhosos da Sabedoria eterna nas almas que a possuem

Capítulo IX – Encarnação e vida da Sabedoria Eterna

Capítulo X – A beleza encantadora e a inefável doçura da Sabedoria encarnada

Capítulo XI – A doçura no comportamento da Sabedoria encarnada

Capítulo XII – Principais oráculos da Sabedoria encarnada em que é preciso acreditar e observar para nos salvarmos

Capítulo XIII – Resumo dos sofrimentos inauditos que a sabedoria encarnada quis padecer por nosso amor

Capítulo XIV – O triunfo da Sabedoria eterna na Cruz e pela Cruz

Capítulo XV – Meios para se alcançar a divina Sabedoria
Primeiro Meio: Um desejo ardente
Segundo Meio: Oração contínua
Capítulo XVI – Meios para se alcançar a divina Sabedoria
Terceiro Meio: Mortificação universal
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O Triunfo da Misericordia

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Autoria de Santa Terezinha do Menino Jesus.

           Ao publicarmos em nosso site o livro O Triunfo da Misericórdia, algumas considerações, tiradas do próprio livro, se fazem necessárias.
           O livro trata “do problema dos problemas: Deus considerado em relação ao homem pecador, cujo procedimento chega, por vezes, a formar um inextricável emaranhado de pecados sobre pecados”.
          Por um lado, trata de desfazer a ideia “Jansenista – já condenada pela Igreja desde 1642 – ….colocando Deus tão alto e tão longe dos homens, que o tornaram quase inacessível para um grande numero de almas! Com efeito, apresentaram-no como um Juiz tão severo, um Justiceiro tão rigoroso, um Deus tão terrível, numa palavra, que eles desviaram do Melhor e Mais Terno dos pais o coração dos filhos, e espalharam o espanto na alma dos pecadores! Como consequência disto, viu-se que, ainda os menos culpados dos filhos de Eva não se aproximaram mais de Deus, senão tremendo, não ousando mais pronunciar sequer o seu nome”
          Por outro lado, o autor deixa claro o escolho a ser evitado; “Na soleira deste luminoso e benfazejo oásis que se chama O Campo da Confiança, onde se dilatam e reconfortam as almas, empenhamo-nos em declarar que aqui não se trata absolutamente de uma confiança qualquer, confiança temerária, confiança à moda protestante, enunciada por Lutero: “Peca quanto quiseres, mas crê mais = Pecca fortier, sed crede fortius!”.
         Tal confiança leva direitinho ao abismo. Porque ela nega a necessidade das boas obras, mesmo da penitência!
         A confiança de que nós entendemos falar aqui é unicamente a confiança que tem por base o arrependimento e o bom propósito.
         Nestas condições, nenhuma barreira ao perdão divino!”.
         É o que tínhamos a considerar, BOA LEITURA. Clik aqui
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DE DEUS NÃO SE ZOMBA IMPUNEMENTE!

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http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/2012/10/de-deus-nao-se-zomba-impunemente.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+BlogDaFamlia+(Blog+da+Fam%C3%ADlia)

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Maria Santíssima como a Igreja ensina

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“Todos os dias falamos de Maria, reunimo-nos diante dos seus altares, alegramo-nos por sermos seus filhos e por participarmos de associações mais especialmente dedicadas ao seu culto. Porém, na ordem da fé, mal a conhecemos e mal nos damos conta de tudo o que Ela representa para Deus e para nós. A muitos desses cristãos a augusta Virgem poderia lançar a censura que Deus fez ao seu povo pela boca de Isaías: ‘Nem os bois me reconheceram nem o meu povo me compreendeu’”.*

* G.J. Chaminade, fundador da Sociedade de Maria (Marianistas) e das Filhas de Maria Imaculada, no Petit Traité de la Connaissance de Marie – Téqui, Paris, 1927, p. l.

“Não é necessário proceder a uma pesquisa minuciosa para constatar a ignorância da grande maioria dos fiéis a respeito da Mãe de Deus, mesmo daqueles que se consideram instruídos, mas cuja bagagem mariológica se resumiria a algumas linhas contendo a enumeração dos principais privilégios e a afirmação do seu poder e bondade.

É fácil prever que, se a devoção a Maria se baseia menos no dogma do que no sentimento, será tão instável como o sentimento. Pode manifestar-se muito terna ou entusiasta em certos momentos, mas quase desaparece ou apenas subsiste com eficácia limitada em outros, nos quais ela sobretudo é necessária: nas tentações da idade crítica e na época das aspirações viris ao apostolado. De uma doutrina rudimentar, não pode brotar mais que uma devoção amesquinhada. Até essa devoção amesquinhada pode, em certas ocasiões, produzir resultados surpreendentes, que no entanto representam apenas uma ínfima parte do que obteriam os que são dotados de sólida devoção à Virgem. Quem conhece de perto certas almas mariais, encanta-se com as maravilhas de santidade e fecundidade apostólica que nelas opera a união com a Mãe de Jesus. São essas as almas que “descobriram a Santa Virgem”. Para a maioria, esse descobrimento ainda não se fez.”

Nosso site www.leiturascatolicas.com coloca a disposição de seus leitores e amigos este mais do que recomendável livro sobre os aspectos dogmáticos e teológicos da Mãe de Deus. Se servir ele para aumentar, por menor que seja o amor de alguém a Nossa Senhora, só por esta razão, consideramos que valeu a pena termos elaborado este site.

Agosto de 2012.

 

Click aqui para fazer o download do livro.

 

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Reedição de postagem (novo livro para download): Maria, Minha Mãe – Pe. Joseph Schrijvers C.SS.R.

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Repetimos a postagem que fizemos em 25/05/2011 a próposito deste precioso livro, muito util para todos aqueles que desejam crescer cada vez mais no amor a Santissima Virgem. Agora o fazemos disponibilizando o livro para download.

Click aqui para fazer o download

 

 

 

RECOMENDAMOS

MARIA, MINHA MÃE

Pe. Joseph Schrijvers C.SS.R.

Primeira Edição Popular
Serviço de Animação Eucarística Mariana
Anápolis – Goiás – Brasil
2003

[112 páginas, 12cm X 17 cm]

Rua Servidor Público, 1001, Polocentro I
caixa Postal 219 – CEP 75001-970 – Anápolis – Goiás – Brasil

Fone (62) 313-5301 – (62) 9991-4897

Livro muito simples, muito humilde, próximo do leitor, permeado de indicações práticas para nos colocar na dependência de Maria, como nossa Mãe. Dois pólos sobressaem: a consagração à Santíssima Virgem e a infância espiritual relativa a Maria, segredos do Evangelho descoberto por poucos.
Um olhar nos dizeres dos nove capítulos revelam a estrutura, adequação e programa que se devem num livro com o título: Maria, minha Mãe. Cumpre o que promete!“Um livro indispensável” elogio a ser lido em www.pliniocorreadeoliveira.in
SUMÁRIO

Prefácio
Prefácio da Segunda Edição
Introdução

Capítulo I – Maria é minha Mãe
Capítulo I – Quando a Santa Virgem se tornou nossa Mãe?
Capítulo I – O que a nossa Mãe foi para nós
Capítulo I – O que a nossa Mãe é para nós
Capítulo I –Como a alma deve conservar-se unida a Maria
Capítulo I – Com se faz o crescimento da alma em Maria
Capítulo I – Como a Santa Virgem quer amar Jesus por meio de nós
Capítulo I – Como nossa Mãe deseja reviver em seus filhos
Capítulo I – Como, no Céu, viveremos n’Ela

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Luta contra o aborto

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IHS

Achamos muito feliz e importante a intervenção desta Sra. enfrentando com coragem e altaneria toda esta onda abortista.

Consideramos muito conveniente que os freqüentadores do blog tomassem conhecimento. Acessem o link

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ALERTA GERAL! O PLC 122 pode ir para votação no dia 8

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Precisamos mais uma vez reagir e tem que ser agora!

Antes mesmo de fechar esta janela em seu computador!

O PLC 122 que ficou popularmente conhecido como “lei da homofobia” pode ser colocado em votação ainda esta semana.

Esta lei infame não pode vigorar no Brasil, Sr(a)., contrariando as raízes cristãs de nossa Pátria.

Reaja agora mesmo enviando um e-mail de protesto aos Senadores. (Veja aqui como enviar)

Há alguns meses, alguns ativistas da causa homosssexual, entre eles sua mais ferrenha defensora, a senadora Marta Suplicy, tiveram que recuar por causa da reação pública contrária ao PLC 122.

Depois disso, eles passaram a trabalhar na surdina e ressurgem agora, inesperadamente, para recolocar em votação este projeto de lei rechaçado pela IMENSA MAIORIA DO POVO BRASILEIRO!

Eles fingiram que recuaram, mas não é nada disso. Foi tudo uma questão de tática. E alardearam aos quatro cantos que mudaram o texto do projeto de lei.

Leia a seguir quais motivos poderão levar você para a prisão e lá ficar de um a três anos!

SIM, você poderá ficar até 3 anos preso, junto com os piores bandidos, traficantes e outros criminosos se:

Art. 4º – Deixar de contratar ou nomear alguém ou dificultar sua contratação ou nomeação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Isso implica dizer que se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato da candidata ser lésbica, sob pena de ficar até três anos atrás das grades.

Reaja agora!

É isso mesmo, Sr(a)., querem impedir uma mãe de resguardar a moral de seus filhos.
Não vamos ficar inertes vendo isso acontecer.

Veja aqui como protestar contra a chamada ”Lei da Homofobia”.

Se nos unirmos, este projeto que os brasileiros já rejeitaram tantas vezes não entrará em pauta de votação no Senado no próximo dia 8 de dezembro, ou melhor ainda, será rejeitado.

Assine o protesto e convoque toda sua rede de amigos na Internet para fazer o mesmo.

Nossa reação precisa ser rápida.

Conto com sua ajuda.

O PLC 122 vai interferir diretamente na sua vida, se for aprovado.

 

http://www.ipco.org.br/home/noticias/reaja-agora-contra-a-lei-da-homofobia-o-plc-122-que-pode-ser-votado-ainda-nesta-semana

 

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Antonio Conselheiro e Canudos

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A igreja nova de Canudos, ou Igreja de Bom Jesus, construída sob orientação de Antônio Conselheiro, principal baluarte da resistência no final do conflito.

Igreja de Santo Antônio que Conselheiro encontrou e restaurou em Canudos, antiga fazenda de gado abandonada.

Para baixar livro Antonio Conselheiro e Canudos copie o link

http://www.4shared.com/document/qcFavSW5/Antonio_Conselheiro_e_Canudos_.html

https://skydrive.live.com/#cid=7218298FB8A22CE1&id=7218298FB8A22CE1%21112

Importante leitura do texto abaixo.

I H S

“Antonio Conselheiro e Canudos”, se não for o tema mais controvertido da história nacional, está entre os primeiros.

No final do século XIX, na transição da Monarquia para a República, de uma maneira espontânea e orgânica, Conselheiro foi consolidando uma autêntica liderança sobre boa parte da população nordestina – isso, devido a seu dom do “bom conselho”, seu estilo de vida, seu idealismo.

Atacado em seus ideais, fundou ele um pequeno lugarejo, que chegou a ser a segunda maior cidade da Bahia: o Belo Monte.

Conselheiro foi caluniado de maneira injusta e cruel. Com paciência, determinação e altaneria, enfrentou todo tipo de detração. Dentre as acusações, a que mais se destacou, foi, de longe, a de fanático e supersticioso. Essas calúnias atingiam também,inevitavelmente, a seus seguidores.

Curioso notar que a primeira expedição montada contra Canudos, liderada pelo Tenente Manoel da Silva Pires, partiu ao encontro dos “fanáticos” no dia 12 de novembro de 1896, ao anoitecer, para não seguir no dia 13, dia “azarado”. E iam combater a superstição…

A partir da destruição do Belo Monte, no final de 1897, historiadores, cientistas, sociólogos e antropólogos formularam mil explicações, muitas das quais mirabolantes, a propósito dessa Vendée brasileira.

Como é do conhecimento geral, a melhor obra sobre a guerra de Canudos é “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. Esse ensaio tem um valor literário indiscutível, mas deixa a desejar sob o aspecto histórico e científico; e carece sobremaneira de imparcialidade. Euclides da Cunha não era católico, mas niilista. Sabe-se que venerava a bandeira anarquista.

O livro do jurista e professor Ataliba Nogueira, que agora colocamos a disposição de nossos leitores, resgata a figura de Antonio Conselheiro como bom católico, culto, inteligente, bom orador, líder de toda uma gama de anseios do povo brasileiro de antanho.

O livro transcreve, em sua segunda parte, os manuscritos do Conselheiro encontrados, pelos militares, em uma caixa nos escombros da igreja destruída. São suas orações e suas prédicas, piedosas e fiéis aos ensinamentos da Santa Igreja Católica Apostólica e Romana.

Conselheiro lutou por aquilo em que acreditava. Não aceitava a implantação, em sua pátria, de um Estado indiferente a Deus, laicista, positivista e agnóstico. O novo regime, jactando-se de democrático, não aceitou a existência de um pensamento diferente do seu, e por isso arrasou impiedosamente Canudos.

Mas “Canudos não se rendeu”. “um preto alto, um caboclo velho, coxo, de cabelos e barbas brancos, outro caboclo ainda moço, e, agarrado à “Manlicher” ainda fumegante, um menino de 16 ou 18 anos no máximo”. Quatro apenas, diante dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados!

18/09/2011.

SB

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