Os homens contemporâneos estão cada vez mais incapazes de admirar desinteressadamente algo ou alguém. Frequentemente, suas admirações se restringem a um movimento de pura simpatia intelectual ou afetiva, sem provocar uma adesão amorosa àquilo que admiram. E uma admiração amorosa e desinteressada é essencial para progredirmos no amor a Deus.
Uma alegoria nos ajuda a ver quão elevado é o patamar em que se situa a Mensagem de Nossa Senhora de Fátima (1917), ao mesmo tempo justiceira e misericordiosa.
Obra do artista italiano Giovanni Battista Torriglia (1858 – 1937). The See-Saw oil on canvas.
Cultivar a virtude da pureza é indispensável no lar verdadeiramente católico. Sem ela, a família entra numa espiral declinante, que poderá levar à sua suma decadência moral e material.
Pelo contrário, nos lares onde a virtude angélica da pureza é cultivada, todas as demais virtudes encontram solo fértil para florescer. Os vínculos familiares se fortalecem, o ambiente se torna harmonioso e o convívio agradável. Por isso, muitos santos afirmaram que a pureza é a “Rainha das Virtudes”. São Francisco de Sales costumava dizer que “a castidade é o lírio das virtudes”, que deixava as pessoas parecidas com os anjos.
“Palavra de honra”, “Isto é ponto de honra”, “Ele honrou a Pátria, seu colégio, seu time” são expressões, entre várias outras, que praticamente desapareceram da linguagem moderna. Isso porque o conceito de “honra” perdeu seu sentido original.
Ele existe hoje em alguns instrumentos de pesquisa como o Google, para o qual honra é “o princípio que leva alguém a ter uma conduta proba, virtuosa, corajosa, e que lhe permite gozar de bom conceito junto à sociedade; é a consideração devida a uma pessoa que se distingue por seus dotes intelectuais, artísticos, morais: ‘uma honra reservada apenas aos heróis’”.