Preservar a tradição cristã em Nossa Senhora

A estética do universo e a consagração a Nossa Senhora – Final

Plinio Corrêa de Oliveira

São frequentes em torno de nós as pessoas que supõem ter verdadeiro espírito católico, porque recebem uma ou outra vez os sacramentos e praticam alguns atos de piedade. Entretanto, os seus modos de pensar, de sentir e de agir são marcados por um espírito oposto ao da Igreja. Até mesmo entre as pessoas piedosas dá-se, em escala menor embora, o mesmo fato.

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Problemas peculiares à ação da alma consagrada

A estética do universo e a consagração a Nossa Senhora – Parte 4

Plinio Corrêa de Oliveira

Para que compreendamos bem como servir Nossa Senhora em nosso século, é preciso que tenhamos bem em consideração as circunstâncias peculiares a ele. Vivemos em nossos dias em um processo revolucionário que, tendo começado com o protestantismo e o humanismo no século XVI, alcançou um triunfo universal pela Revolução Francesa no século XVIII, e pela extensão dos princípios desta ao mundo inteiro no século XIX. Esse processo chega agora aos extremos de si mesmo na afirmação do comunismo. Nós estamos, portanto, no clímax de uma longa série de apostasias. Nisto está a marca dominante dos acontecimentos de nossos dias, e das circunstâncias dentro das quais a Igreja age, vive e luta atualmente.

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Belezas de Deus em Nossa Senhora

A estética do universo e a consagração a Nossa Senhora – Parte 3

Plinio Corrêa de Oliveira

Sabemos pela doutrina católica que a formosura de todas essas coisas é imagem de Deus, Espírito puro e infinitamente perfeito. Assim, já que o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus, elas também são imagens do homem, e que o céu e o mar, em seus vários estados, fazem lembrar a alma humana em suas várias disposições: o jogo complexo das paixões humanas, as virtudes da alma humana quando esta realmente reflete a santidade de Deus Nosso Senhor.

Estas regras de estética são meios para considerarmos a verdadeira beleza da santidade no homem. E portanto a beleza e santidade da mais alta de todas as meras criaturas, Nossa Senhora, que com tanta e tão esplêndida propriedade tem sido e deve ser comparada ao céu e ao mar. Alma de uma imensidade inefável, na qual todas as formas de virtude e beleza existem com perfeição supereminente, da qual nenhum de nós pode ter uma ideia exata. Nossa Senhora é bem aquele mar, aquele céu de virtudes diante do qual o homem deve ficar estarrecido e enlevado, e com todas as suas forças deve procurar amar e imitar.

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Deus, causa final do Universo

A estética do universo e a consagração a Nossa senhora – Parte 1

Plinio Corrêa de Oliveira

E assim nós passamos de termos genéricos de nossa tese para o ponto flagrante de nossa consagração, como ela deve ser realizada em nossa vida de filhos da Igreja militante neste século. Isto implica em perguntarmos no que consiste a consagração a Nossa Senhora de nossas pessoas, e dos genuínos valores da sociedade temporal. A noção corrente a tal respeito, inteiramente verdadeira e imensamente preciosa, parte da consideração de Deus como causa final do Universo.

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É pela admiração amorosa que se chega a Deus

Plinio Maria Solimeo

Os homens contemporâneos estão cada vez mais incapazes de admirar desinteressadamente algo ou alguém. Frequentemente, suas admirações se restringem a um movimento de pura simpatia intelectual ou afetiva, sem provocar uma adesão amorosa àquilo que admiram. E uma admiração amorosa e desinteressada é essencial para progredirmos no amor a Deus.

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Devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus consiste em venerar no Coração de Jesus o seu mais íntimo amor e compaixão em relação à humanidade. Foi instituída pela Santa Igreja Católica para os fiéis retribuírem com dignidade a Nosso Senhor Jesus Cristo esse grande amor, com o qual Ele obteve a nossa salvação deixando-se crucificar. A Igreja Católica comemora sua festa na segunda Sexta-feira após o Corpus Christi. Também se comemora nas primeiras sextas-feiras de cada mês.

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A Ave-Maria

Padre Berthier

Anunciação – Paolo Veneziano, 1348

No Padre Nosso, dirigimo-nos a Deus, nosso Criador. Sua bondade é tal, que Ele ouve todos seus filhos, e a Ele podemos nos voltar sempre sem temor. Entretanto, temos necessidade de uma Medianeira junto de nosso próprio Mediador, que é Jesus Cristo. Ele é tão grande, e nós tão pequenos; Ele tão poderoso, nós tão fracos; Ele tão santo, e nossas almas tão culpáveis, que é necessário ter o cuidado de chamar em nosso socorro a Virgem Maria, sua Mãe, Aquela que tem todo poder sobre seu coração, Aquela cuja pureza sem mancha dá tão fácil acesso e grande crédito junto a Deus.

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Indulgências, magnifico tesouro da Santa Igreja.

Indulgências, magnifico tesouro da Santa Igreja.

Veja que coisa excelente e surpreendente que muitos não conhecem.

Uma pessoa está morrendo. Está na graça de Deus. Não tem a presença de um sacerdote para lhe dar uma benção papal.

Esta benção lhe daria uma Indulgencia Plenária, uma dádiva tão necessária para este momento.

Por outro lado, não tem possibilidade de comungar, receber Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma hora tão importante.

Está impossibilitado por alguma razão de rezar qualquer oração. O que fazer?

A Santa Igreja, em documento oficial, nos diz, que tendo rezado alguma oração durante a vida na intenção de receber uma Indulgencia Plenária na hora da morte, a receberá de imediato mesmo não cumprindo as outras condições.

Naquele momento, pelos méritos infinitos de Nossa Senhor Jesus Cristo, merecimentos de Nossa Senhora, dos Santos, terá todas suas penas temporais acertadas e poderá entrar diretamente no céu.

Em uma aparição de Nosso Senhor a Santa Tereza D’ Ávila, ela um tanto perplexa perguntava como uma freira que havia morrido e não primava pelo fervor, já estava no céu. Nosso Senhor lhe respondeu,  “é que ela soube aproveitar bem as indulgencias concedidas pela Igreja”.

Se o assunto lhe chama a atenção, baixe gratuitamente este livro. Terá conhecimento disto, e muito mais. Não se arrependerá se estuda-lo em profundidade, pelo contrário.

A Santa Igreja nos oferece, entre muitos outros, um verdadeiro tesouro, desconhecido pela maioria dos fiéis católicos.

Boa leitura.

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8 razões para abandonar os palavrões

8 razões para abandonar os palavrões

Guilherme Martins

 

Há muitas razões para se abandonar o uso de palavrões.

Usar linguagem polida é uma questão de caridade. Xingatórios e palavrões, para além da brutalidade que demonstram com relação ao próximo, ofendem a Deus.

Os palavrões são como vírus. Espalharam-se praticamente por toda parte: TV, filmes, música, livros e conversas diárias.

Como acontece com todo mau hábito, pode não ser fácil deixá-los.

Oferecemos em seguida oito razões decisivas para se abandonar o mau hábito e parar de xingar[1].

  1. Homens de verdade não xingam 

 

Homens de verdade sabem que a vulgaridade não é alimento digno para o caráter e a virtude. Portanto, não xingam.

Santa Joana d’Arc, a santa virgem heroína, perseguia com severidade os soldados que xingavam e blasfemavam.

Simon Beaucroix, nobre senhor que a seguiu em várias expedições, declarou no processo de reabilitação da santa:

Ela tinha horror dos palavrões e das blasfêmias, e repreendia com firmeza os que neles incidiam.

  1. Os xingamentos nos degradam

Uma linguagem chula, recheada de palavrões e maledicências, é algo vulgar, indecente e irreverente. O uso constante de tal linguagem nos rebaixa e mina o respeito mútuo.

Um professor, por exemplo, que utiliza termos assim impróprios em sua aula, demonstra ausência de respeito pelos alunos, falta de auto-controle, e irreverência incompatível com sua posição profissional.

Alguém poderia objetar: “alguns palavrões apenas não vão ferir ninguém, não é mesmo?”.

ERRADO!

Como dizia o autor francês Paul Bourget,

“é preciso vivermos de acordo com aquilo que pensamos; sob pena de, cedo ou tarde, acabarmos por adaptar nossa vida ao novo modo de pensar”[2].

Em outras palavras, quando usamos uma linguagem suja, abrimos a porta de nossa mentalidade para pensamentos sujos e para comportamentos coerentes com eles.

  1. O palavrão prejudica a civilização

A arte da conversação é um dos mais importantes traços da civilização.

Uma conversa elevada distingue a verdadeira civilização do barbarismo. Quando cada palavra é usada em seu lugar devido, as relações humanas tornam-se cultivadas e elevadas. Não há nada mais inspirador do que uma conversa elevada.

Os palavrões, entretanto, causam grande estrago na boa conversa. Eles atiram as relações humanas à lama da vulgaridade e da banalidade. São, por isso, rudes e brutalizantes.

São Francisco de Sales nos ensina como lidar com alguém de boca suja:

“Mostre-lhe seu desagrado, dando-lhe as costas, ou por qualquer outro método que sua discrição lhe indique”.

  1. O palavrão nos torna insensíveis

Quanto mais ouvimos palavras chulas, mais nos vamos acostumando a elas.

Quando os filmes começaram a introduzir os palavrões, muitas pessoas não gostaram. Porém, depois de certo tempo, a resistência foi diminuindo.

A rejeição aos xingatórios foi baixando a guarda, e com o passar do tempo o próprio senso de bem e mal foi se apagando.

Sempre que deixamos de rejeitar explicitamente algo que é errado, implicitamente tendemos a aceitá-lo. Em consequência, o inaceitável se torna aceitável. E a barreira da decência desfaz-se mais e mais.

  1. O palavrão semeia o mal exemplo

Para o bem ou para o mal, o exemplo que damos através de nosso modo de falar é notado e imitado. As palavras que usamos causam um impacto em nossos próximos. Nosso exemplo tem caráter educativo.

As palavras que usamos educam. Estamos constantemente imitando ou sendo imitados. Esse intercâmbio de influência tem ainda maior peso sobre as crianças.

As ‘estrelas’ de Hollywood, ou os youtubers mais ‘badalados’ pela mídia, produzem um fluxo constante de lixo verbal cujo objetivo é louvar e normalizar a linguagem vulgar.

Se queremos reerguer nossa cultura da lama, um bom começo é parar de xingar.

  1. Os palavrões multiplicam a pobreza verbal e mental

Nossa língua, com mais de 400.000 vocábulos, é incrivelmente rica. Palavras de todo tipo e alcance estão a nossa disposição para nos ajudar a formatar ideias cheias de sentido e propósito.

Nosso vocabulário, porém, está se degradando. Até mesmo nos meios cultos, estudantes universitários usam frequentemente o mesmo palavrão para descrever alegria, raiva, surpresa, acordo ou desacordo.

Como resultado, a fala se torna sem sentido. E a mente – aspecto o mais nobre no homem – se empobrece.

Como diz um ditado irlandês: “Os palavrões são a ignorância tornada audível”.

  1. A linguagem chula é conatural com o pecado

As paixões desordenadas do homem acolhem satisfeitas a vulgaridade. Indivíduos ímpios, quando confrontados ou desafiados, frequentemente se saem com a mesma resposta: palavrões e insultos vulgares.

Essa é a linguagem dos movimentos que promovem o pecado!

  1. O palavrão não é agradável a Deus

As Sagradas Escrituras enfrentam com clareza o problema da linguagem obscena e vulgar:

Eu vos digo: no dia do juízo os homens prestarão contas de toda palavra vã que tiverem proferido. É por tuas palavras que serás justificado ou condenado (Mt 12, 36-37).

Lemos no Livro dos Provérbios:

A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será arrancada. Os lábios do justo sabem dizer o que é agradável; a boca dos maus, o que é mau (Pr. 10, 31-32).

E o Eclesiástico acrescenta:

Muitos homens morreram a fio de espada, mas não tantos quantos os que pereceram por causa da língua (Eclo. 28,22).

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[1] Tradução e adaptação deste original.

[2] Frase original: “Il faut vivre comme on pense, sinon, tôt ou tard, on finit par penser comme on a vécu”. Disponível aqui, à página 375.

Nossa Senhora do Milagre e a conversão do judeu Ratisbonne, 20 de janeiro

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Aos que acompanham nosso site recomendamos o link que segue em comemoração ao dia de hoje de Nossa Senhora do Milagre ( Madonna del Miracolo) e a prodigiosa conversão do judeu Afonso Ratisbonne, que se tornou sacerdote e fundou a Congregação de Nossa Senhora de Sion para a conversão dos judeus.

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