O futuro da humanidade à luz da teologia da história cristã

Roberto de Mattei

A Santa Páscoa nos lembra que o centro da história é Jesus Cristo, o Verbo Encarnado, crucificado por nós e ressuscitado para salvar a humanidade. Toda a história gira em torno de Jesus Cristo e da Igreja nascida do seu lado transpassado no Calvário. Para o cristão, como nos lembra Dom Guéranger, não existe uma história puramente humana. A humanidade foi chamada por Deus para um destino sobrenatural, e a história da humanidade deve testemunhar isso.

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SANTA GEMA GALGANI

Plinio Maria Solimeo

De uma pureza angelical e enorme devoção a Nossa Senhora, essa jovem participou, de modo místico, de praticamente todos os atos da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Deus, causa final do Universo

A estética do universo e a consagração a Nossa senhora – Parte 1

Plinio Corrêa de Oliveira

E assim nós passamos de termos genéricos de nossa tese para o ponto flagrante de nossa consagração, como ela deve ser realizada em nossa vida de filhos da Igreja militante neste século. Isto implica em perguntarmos no que consiste a consagração a Nossa Senhora de nossas pessoas, e dos genuínos valores da sociedade temporal. A noção corrente a tal respeito, inteiramente verdadeira e imensamente preciosa, parte da consideração de Deus como causa final do Universo.

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Fato miraculoso ocorrido em nossos dias com São Charbel Macklouf

Plinio Maria Solimeo

Apesar de nosso mundo tão paganizado não ser digno de presenciar os grandes milagres que ocorriam com abundância na Cristandade nos tempos de fé, uma exceção foi feita a São Charbel Maklouf, cuja vida foi um prodígio constante, e seus milagres não cessaram  após sua morte, e continuam, como veremos, até nossos dias.

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Mensagem de Fátima, visão suprema

Cid Alencastro

Uma alegoria nos ajuda a ver quão elevado é o patamar em que se situa a Mensagem de Nossa Senhora de Fátima (1917), ao mesmo tempo justiceira e misericordiosa.

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A criação dos anjos e dos homens: reflexo da glória de Deus

No admirável conjunto dos seres criados, cada um reflete o Criador de modo único. Com a expulsão dos anjos maus que se rebelaram no Céu, os homens são chamados a restabelecer a ordem ocupando os tronos que ficaram vazios.

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Não temeram combatendo sob a sombra da Imaculada

Luís Dufaur, escritor e jornalista.

continuação do post anterior: Empel: onde a Imaculada mostrou que o Deus católico é o único verdadeiro

O achado miraculoso que inverteu a batalha de Empel.
Detalhe de Augusto Ferrer-Dalmau (1964 – ) FD Magazine
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Indulgências, magnifico tesouro da Santa Igreja.

Indulgências, magnifico tesouro da Santa Igreja.

Veja que coisa excelente e surpreendente que muitos não conhecem.

Uma pessoa está morrendo. Está na graça de Deus. Não tem a presença de um sacerdote para lhe dar uma benção papal.

Esta benção lhe daria uma Indulgencia Plenária, uma dádiva tão necessária para este momento.

Por outro lado, não tem possibilidade de comungar, receber Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma hora tão importante.

Está impossibilitado por alguma razão de rezar qualquer oração. O que fazer?

A Santa Igreja, em documento oficial, nos diz, que tendo rezado alguma oração durante a vida na intenção de receber uma Indulgencia Plenária na hora da morte, a receberá de imediato mesmo não cumprindo as outras condições.

Naquele momento, pelos méritos infinitos de Nossa Senhor Jesus Cristo, merecimentos de Nossa Senhora, dos Santos, terá todas suas penas temporais acertadas e poderá entrar diretamente no céu.

Em uma aparição de Nosso Senhor a Santa Tereza D’ Ávila, ela um tanto perplexa perguntava como uma freira que havia morrido e não primava pelo fervor, já estava no céu. Nosso Senhor lhe respondeu,  “é que ela soube aproveitar bem as indulgencias concedidas pela Igreja”.

Se o assunto lhe chama a atenção, baixe gratuitamente este livro. Terá conhecimento disto, e muito mais. Não se arrependerá se estuda-lo em profundidade, pelo contrário.

A Santa Igreja nos oferece, entre muitos outros, um verdadeiro tesouro, desconhecido pela maioria dos fiéis católicos.

Boa leitura.

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Maria sempre Virgem

Sucinto mas lindo texto do Catecismo Romano para meditação neste Santo Natal.

“Assim como mais tarde saiu do Sepulcro fechado e selado; assim como “entrou para junto de Seus Discípulos, apesar das portas fechadas” (Jo 20, 19); assim como, na observação diária da natureza, vemos os raios solares atravessarem um vidro compacto, sem o quebrar, e sem lhe fazer o menor estrago — assim também, e de maneira mais sublime, nasceu Jesus Cristo do seio de Sua Mãe, sem nenhum dano para a integridade materna.”

Catecismo Romano 2ª. Edição

Editora Vozes Ltda. 1962 – pg. 102

A Santa Missa e o imenso poder do sacerdote

A Santa Missa e o imenso poder do sacerdote

*Padre David Francisquini

Tanto pelo seu cerimonial quanto pelo sacrifício que nela se realiza — a renovação e perpetuação do próprio holocausto do Calvário —, a Santa Missa é um mistério tão sublime, que sua grandeza e esplendor, sua santidade e profundidade, sua nobreza e excelência ultrapassam o conhecimento dos mortais. No entanto, tudo isso está contido nessa celebração que é o centro da Igreja Católica Apostólica Romana enquanto instituição divina.

A Missa, por sua ação sacrifical, representa simbolismo único ao indicar que o próprio Deus enviou a Vítima para redimir e salvar o gênero humano. No Gólgota, Jesus Cristo morreu uma só vez por todos, com o derramamento de seu sangue e de sua morte física. No altar, essa imolação é renovada diariamente de forma incruenta, e os seus infinitos frutos são aplicados aos membros da Igreja, misticamente, sob as espécies do pão e do vinho.

O santo sacrifício tem por finalidade honrar a Deus como convém num ato de adoração, render-Lhe graças pelos benefícios recebidos, aplacá-Lo e dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados,a fim de alcançarmos todas as graças necessárias à nossa eterna salvação.

Missa significa enviada, de acordo com São Tomás de Aquino. “Ide, o envio está feito”, ou, no sentido literal, “ide, foi enviada”. Daí deriva o nome de missa. “Ite missa est“, a Vítima é enviada por meio de um Anjo para que seja aceita por Deus.

Nesse ato litúrgico adornado e enriquecido por sinais, gestos, orações, reverências e cruzes há uma beleza encantadora para a piedade cristã. O que se realiza não são apenas simbolismos, mas uma realidade, pois o próprio Cristo é sacerdote e vítima, através da ação ministerial do celebrante. Até as alfaias sacerdotais utilizadas nesse cerimonial embelezam a Missa, pela variedade de simbolismos. O sinal da cruz na casula do paramento românico [foto acima] indica tratar-se de um sacrifício que está sendo renovado.

Cabe salientar que a Missa tradicional é de uma riqueza incomparável no campo litúrgico, exegético, moral e teológico, constituindo um verdadeiro tratado dessas matérias. Ela invoca a intercessão dos santos, da Virgem Maria e dos santos exponenciais do sacrifício do Antigo Testamento, que se perpetua ao longo dos séculos.

Com efeito, não há um ato mais excelente na Terra do que a Missa, por se tratar do sacrifício do Homem-Deus que se renova em nossos altares debaixo das espécies do pão e do vinho, sendo o sacrifício da antiga Lei prefigura do sacrifício de Cristo. Por isso exclamava o Salmista que suas delícias estavam na casa de Deus, a alegria da sua juventude.

Então, o júbilo dos filhos de Deus é o de se encontrar com o Senhor dos Exércitos, que Se imola e Se oferece a Deus Pai. Ao estarem na casa do Senhor, seus pés não param, porque a casa de Deus está edificada como uma cidade cujas partes estão em perfeita e mútua união.

São Leonardo de Porto Mauricio

Em seu livro As excelências da Santa Missa, São Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores, narra que Santo Isidoro, simples lavrador [ao lado, sua imagem em azulejos] , tomava o cuidado de nunca faltar à Missa pelas manhãs. Deus, para demonstrar-lhe o quanto prezava essa devoção, mandava seus anjos lavrar o campo de Isidoro enquanto ele se encontrava na igreja.

Não é de esperar que Deus faça para o comum dos fiéis milagres tão sensíveis e de tal monta, mas de muitas maneiras irá Ele recompensá-los por esse ato de piedade.

Outro exemplo citado na mesma obra é o de São Venceslau, Rei da Boêmia, que com muita humildade fazia questão de acolitar diariamente a Missa. Além de presentear as igrejas com joias preciosas de seu tesouro, costumava confeccionar com as próprias mãos as hóstias destinadas ao Santo Sacrifício. E sem diminuir em nada a sua dignidade real, cultivava um trigal, e desde a preparação da terra até a colheita, ele próprio moía os grãos, preparava a farinha e as hóstias e as apresentava aos sacerdotes para se tornarem o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus Cristo.

Como é bom o Senhor, que fez maravilhas e Se entregou a nós em sacrifício para expiação dos nossos pecados! Não há como explicar e nem sequer realçar a grandeza do sacerdócio católico, porque é outro Cristo que imola em união com Ele esse sacrifício perene que liga Deus aos homens. Com efeito, nem os Anjos possuem tal poder.

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