Deus, causa final do Universo

A estética do universo e a consagração a Nossa senhora – Parte 1

Plinio Corrêa de Oliveira

E assim nós passamos de termos genéricos de nossa tese para o ponto flagrante de nossa consagração, como ela deve ser realizada em nossa vida de filhos da Igreja militante neste século. Isto implica em perguntarmos no que consiste a consagração a Nossa Senhora de nossas pessoas, e dos genuínos valores da sociedade temporal. A noção corrente a tal respeito, inteiramente verdadeira e imensamente preciosa, parte da consideração de Deus como causa final do Universo.

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Catedral de COLÔNIA: o inimaginável e o sonhado

Luis Dufaur,

Escritor e jornalista

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Indulgências, magnifico tesouro da Santa Igreja.

Indulgências, magnifico tesouro da Santa Igreja.

Veja que coisa excelente e surpreendente que muitos não conhecem.

Uma pessoa está morrendo. Está na graça de Deus. Não tem a presença de um sacerdote para lhe dar uma benção papal.

Esta benção lhe daria uma Indulgencia Plenária, uma dádiva tão necessária para este momento.

Por outro lado, não tem possibilidade de comungar, receber Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma hora tão importante.

Está impossibilitado por alguma razão de rezar qualquer oração. O que fazer?

A Santa Igreja, em documento oficial, nos diz, que tendo rezado alguma oração durante a vida na intenção de receber uma Indulgencia Plenária na hora da morte, a receberá de imediato mesmo não cumprindo as outras condições.

Naquele momento, pelos méritos infinitos de Nossa Senhor Jesus Cristo, merecimentos de Nossa Senhora, dos Santos, terá todas suas penas temporais acertadas e poderá entrar diretamente no céu.

Em uma aparição de Nosso Senhor a Santa Tereza D’ Ávila, ela um tanto perplexa perguntava como uma freira que havia morrido e não primava pelo fervor, já estava no céu. Nosso Senhor lhe respondeu,  “é que ela soube aproveitar bem as indulgencias concedidas pela Igreja”.

Se o assunto lhe chama a atenção, baixe gratuitamente este livro. Terá conhecimento disto, e muito mais. Não se arrependerá se estuda-lo em profundidade, pelo contrário.

A Santa Igreja nos oferece, entre muitos outros, um verdadeiro tesouro, desconhecido pela maioria dos fiéis católicos.

Boa leitura.

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A Santa Missa e o imenso poder do sacerdote

A Santa Missa e o imenso poder do sacerdote

*Padre David Francisquini

Tanto pelo seu cerimonial quanto pelo sacrifício que nela se realiza — a renovação e perpetuação do próprio holocausto do Calvário —, a Santa Missa é um mistério tão sublime, que sua grandeza e esplendor, sua santidade e profundidade, sua nobreza e excelência ultrapassam o conhecimento dos mortais. No entanto, tudo isso está contido nessa celebração que é o centro da Igreja Católica Apostólica Romana enquanto instituição divina.

A Missa, por sua ação sacrifical, representa simbolismo único ao indicar que o próprio Deus enviou a Vítima para redimir e salvar o gênero humano. No Gólgota, Jesus Cristo morreu uma só vez por todos, com o derramamento de seu sangue e de sua morte física. No altar, essa imolação é renovada diariamente de forma incruenta, e os seus infinitos frutos são aplicados aos membros da Igreja, misticamente, sob as espécies do pão e do vinho.

O santo sacrifício tem por finalidade honrar a Deus como convém num ato de adoração, render-Lhe graças pelos benefícios recebidos, aplacá-Lo e dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados,a fim de alcançarmos todas as graças necessárias à nossa eterna salvação.

Missa significa enviada, de acordo com São Tomás de Aquino. “Ide, o envio está feito”, ou, no sentido literal, “ide, foi enviada”. Daí deriva o nome de missa. “Ite missa est“, a Vítima é enviada por meio de um Anjo para que seja aceita por Deus.

Nesse ato litúrgico adornado e enriquecido por sinais, gestos, orações, reverências e cruzes há uma beleza encantadora para a piedade cristã. O que se realiza não são apenas simbolismos, mas uma realidade, pois o próprio Cristo é sacerdote e vítima, através da ação ministerial do celebrante. Até as alfaias sacerdotais utilizadas nesse cerimonial embelezam a Missa, pela variedade de simbolismos. O sinal da cruz na casula do paramento românico [foto acima] indica tratar-se de um sacrifício que está sendo renovado.

Cabe salientar que a Missa tradicional é de uma riqueza incomparável no campo litúrgico, exegético, moral e teológico, constituindo um verdadeiro tratado dessas matérias. Ela invoca a intercessão dos santos, da Virgem Maria e dos santos exponenciais do sacrifício do Antigo Testamento, que se perpetua ao longo dos séculos.

Com efeito, não há um ato mais excelente na Terra do que a Missa, por se tratar do sacrifício do Homem-Deus que se renova em nossos altares debaixo das espécies do pão e do vinho, sendo o sacrifício da antiga Lei prefigura do sacrifício de Cristo. Por isso exclamava o Salmista que suas delícias estavam na casa de Deus, a alegria da sua juventude.

Então, o júbilo dos filhos de Deus é o de se encontrar com o Senhor dos Exércitos, que Se imola e Se oferece a Deus Pai. Ao estarem na casa do Senhor, seus pés não param, porque a casa de Deus está edificada como uma cidade cujas partes estão em perfeita e mútua união.

São Leonardo de Porto Mauricio

Em seu livro As excelências da Santa Missa, São Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores, narra que Santo Isidoro, simples lavrador [ao lado, sua imagem em azulejos] , tomava o cuidado de nunca faltar à Missa pelas manhãs. Deus, para demonstrar-lhe o quanto prezava essa devoção, mandava seus anjos lavrar o campo de Isidoro enquanto ele se encontrava na igreja.

Não é de esperar que Deus faça para o comum dos fiéis milagres tão sensíveis e de tal monta, mas de muitas maneiras irá Ele recompensá-los por esse ato de piedade.

Outro exemplo citado na mesma obra é o de São Venceslau, Rei da Boêmia, que com muita humildade fazia questão de acolitar diariamente a Missa. Além de presentear as igrejas com joias preciosas de seu tesouro, costumava confeccionar com as próprias mãos as hóstias destinadas ao Santo Sacrifício. E sem diminuir em nada a sua dignidade real, cultivava um trigal, e desde a preparação da terra até a colheita, ele próprio moía os grãos, preparava a farinha e as hóstias e as apresentava aos sacerdotes para se tornarem o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus Cristo.

Como é bom o Senhor, que fez maravilhas e Se entregou a nós em sacrifício para expiação dos nossos pecados! Não há como explicar e nem sequer realçar a grandeza do sacerdócio católico, porque é outro Cristo que imola em união com Ele esse sacrifício perene que liga Deus aos homens. Com efeito, nem os Anjos possuem tal poder.

https://blogpedavid.blogspot.com/

 

A morte de São José

A morte de São José

Gregório Vivanco Lopes

No dia 19 de março comemora-se a festa de São José. A propósito, é oportuno reproduzir o Conto inspirado no conjunto escultural representando São José em agonia (foto), que se venera na igreja de São José, no centro do Rio de Janeiro, ao lado da Assembleia Legislativa.

 

São José chegara ao fim de seus dias. Ninguém como ele, entre tantos varões veneráveis que o precederam na santidade, fora incumbido de missão tão alta. Ele era o guarda e protetor do Filho de Deus feito homem e de sua Mãe santíssima.

Deus Pai o escolhera pessoalmente para esse mister elevado entre todos. E São José cumprira sua missão com tanta perfeição, tanta dignidade, tanta humildade junto a seus inefáveis protegidos, tanta força e astúcia contra os inimigos de Jesus, insuflados por toda parte pelo demônio, que esteve inteiramente à altura dos desígnios divinos.

Tanto quanto é possível a uma simples criatura, ele teve proporção com o sublime encargo de ser esposo da Santíssima Virgem e pai adotivo do Verbo de Deus encarnado. Quanto isto significa!

* * *

Aproximava-se, porém, o tempo em que Jesus iria iniciar sua missão pública; a Virgem Maria não mais se encontrava na situação de uma jovem mãe que precisa de proteção diante de um mundo hostil e de línguas aleivosas. A missão de São José chegara magnificamente a seu termo, e ele agonizava placidamente.

De um lado e de outro da cama, Nosso Senhor e Nossa Senhora, emocionados, o contemplavam com amor e gratidão, tristes porque ele partia, mas supremamente consolados por saber que o aguardava a melhor das recompensas celestes.

Do lado de fora, como quer uma antiga tradição, a morte impaciente mas temerosa não ousava entrar para recolher sua presa, pois esperava um sinal do Altíssimo, postado ao lado do moribundo.

São José tivera sempre tal veneração pela Virgem Santíssima, uma ideia tão elevada de seus méritos e virtudes, tal respeito por sua virgindade imaculada, que jamais ousara tocar sequer um fio de seu cabelo.

Agora, posto ele em seu leito de morte, a Santíssima Virgem, como recompensa por tanta dedicação lhe segura a mão, num supremo ato de reconhecimento e amizade.

Aquele toque quase divino comunicou a São José, ainda lúcido, tal alegria sobrenatural, que ele, varão castíssimo, sentiu sua alma invadida por uma graça de superior virginalidade, como se a inundasse um rio de águas puríssimas, cristalinas e benfazejas.

Essa sensação inefável –– até então para ele desconhecida, porque acima do que a natureza humana pode alcançar –– o elevou a um patamar de indizível união com Deus, inacessível à nossa compreensão atual, mas que um dia no Céu ele poderá nos contar.

Estava São José nesse verdadeiro êxtase, quando sentiu pousar sobre seu ombro direito a mão amiga do Filho de Deus. Incontinenti, viu-se submerso em Deus, e Deus nele. Era a visão beatífica, não concedida até então a nenhum mortal, pois o acesso ao Céu fora fechado pelo pecado de Adão, e lhe era comunicada por antecipação, ainda que fugazmente.

São José notou em seguida que uma coorte de pessoas se aproximava dele. Reconheceu na primeira fila o patriarca Abraão e o profeta Moisés, seguidos de todos os justos que o haviam precedido com o sinal da fé. Só então ele se deu conta de que não estava mais nesta Terra, e que adentrara os umbrais do Limbo.

Todos os habitantes daquele lugar o interrogavam atropeladamente: Quando se consumará a Redenção? Quando nos será aberto o Paraíso celeste que tanto esperamos, alguns há milhares de anos? Como é o Filho de Deus? E sua Mãe Santíssima, como é a sua presença?

São José a todos respondia com atenção e bondade, mas já começando a sentir uma saudade imensa daqueles dois seres perfeitíssimos, com quem conviveu tão proximamente nesta Terra de exílio.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

http://www.abim.inf.br/

 

Convite – Marcha contra o aborto

CONVITE

Na cidade do Rio de Janeiro, ocorrerá a 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto.

Será no próximo sábado (dia 5 de outubro) no centro da cidade. A marcha terá início às 9 horas da manhã, frente à Igreja da Candelária, e será encerrada com um ato público na Cinelândia.

O evento visa fazer uma manifestação contra o aborto, em defesa do nascituro — agora especialmente ameaçado pela recente aprovação, pelo governo Dilma Rousseff, de uma lei que favorece ainda mais prática abortiva.

Não perca essa oportunidade de participar da PRIMEIRA marcha em defesa da vida inocente na capital fluminense. Lembre-se que a gigantesca March for Life (que se transcorre todos os anos em Washington) iniciou-se em 1972 com poucas pessoas e atualmente conta com quase 500 mil manifestantes!

Novo livro para download A Mãe do Senhor

Acreditamos que a maior parte dos que acompanham nosso blog são devotos da SS. Virgem. Um dos maiores desejos de quem se considera filho desta tão boa Mãe é sempre aumentar sua devoção e seu amor a Ela. Em especial aqueles que fizeram sua consagração como “Escravos de Amor” segundo o Tratado da Verdadeira Devoção à SS. Virgem de São Luís Maria G. de Montfort.

A exemplo de um grande devoto Dela, pedimos diariamente a Nossa Senhora que, antes de darmos nosso ultimo suspiro nesta vida, tenhamos chegado à plenitude de devoção e amor que Ela espera de nós. Temos certeza de que esse é também o supremo desejo de Seu Divino Filho.

É com essa intenção que apresentamos este novo livro aos nossos amigos: “A Mãe do Senhor”, livro de autoria de José Patsch. Diz o autor: “Nas páginas que se seguem, tenciono apresentar aos leitores uma imagem de Maria segundo as fontes autenticas, excluindo tudo o que for pura imaginação, tudo o que não for suficientemente documentável”.

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora não se satisfaz em ficar somente nos sentimentos e afeições – aliás, mais do que legítimos – mas procura fundamentar em princípios essa devoção, a qual será o seu sustentáculo nas horas de aridez e provação. Segundo nosso parecer, o livro preenche em boa medida esse anseio.

Estamos adiantados na leitura do livro e já nos convencemos ser bastante útil e edificante sua leitura. Dedicamos algum tempo para digitalizá-lo a fim de oferecermos uma boa leitura a todos. Àqueles que tirarem algum proveito dessa publicação, pedimos um “pagamento” de três Ave Marias pelo apostolado de nosso blog. Boa leitura!

Em Jesus e Maria

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PS- A pintura acima da SS. Virgem é renascentista, não de nosso inteiro agrado. Publicamos  pelo fato de  o autor a comentar logo nas primeiras pags. do livro. Pode satisfazer a curiosidade de quem não a conhece.

Santos com corpos incorruptos


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A incorruptibilidade dos corpos de muitos santos é uma das provas da divindade da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, Esposa Mística de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A apresentação em PowerPoint que colocamos em nosso blog para o conhecimento de nossos amigos pareceu-nos bastante interessante.

O referido trabalho não é de nossa autoria. Alguns reparos teríamos a fazer, como por exemplo sobre a mencionada incorruptibilidade do corpo do Papa João XXIII. Segundo consta (ver link abaixo), o fenômeno não foi resultado de um milagre, mas sim de um tratamento especial. Essa observação, fazemo-la por amor à honestidade. Os “filhos do mundo” podem errar à vontade, mas se um católico comete o menor deslize, os inimigos da Santa Igreja “rasgam as vestes”, indignados; daí nosso cuidado em deixar esse ponto bem esclarecido.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Jo%C3%A3o_XXIII#Corpo_exposto_e_bem_preservado

AS REGRAS DE CORTESIA E DE CIVILIDADE CRISTÃ


AS REGRAS DE CORTESIA E DE CIVILIDADE CRISTÃ

Para uso das escolas Cristãs

Por

São João Batista de La Salle

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O Livro da Confiança

Novo livro para download – O livro da confiança – Pe. Thomas de Saint-Laurent
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