O tesouro das indulgências

O tesouro das indulgências

Sergio Bertoli

Meia hora de visita ao SS. Sacramento

Para um católico seriamente praticante, que conhece pelo menos os pontos básicos do Catecismo, a Santa Igreja é de uma beleza incomparável. Seus tesouros espirituais, descobertos a cada dia, são sempre motivo de encantamento, alegria e admiração.

Para os não católicos ou os indiferentes à Igreja, mas principalmente para aqueles que lhe têm um ódio profundo, qualquer pequena calúnia levantada contra Ela ou o mau procedimento de algum de seus filhos é pretexto para arroubos de indignação e deblateração.É o que sucede, por exemplo, com a doutrina sobre as indulgências.

Quanta calúnia se levantou contra a Igreja a propósito do famigerado heresiarca Lutero, com sua revolta baseada em uma suposta “venda da salvação eterna pelas indulgências”! Quanta invenção, mentira, superficialidade e ignorância histórica!

Rezar um terço em família, em Grupo, ou com algum amigo

Dedicando-me à formação religiosa de adolescentes, tenho observado uma atenção e um interesse especial deles pelo assunto, o que me levou muitas vezes a orientá-los. Recentemente fui convidado a expor a doutrina sobre as indulgências para pessoas já bem longe da adolescência, conhecedores da doutrina católica e com décadas na prática séria da religião.

Para surpresa minha, o interesse dos componentes desse público era igual ou até maior que o dos jovens, mas observei também, da parte deles, um conhecimento insuficiente e não aprofundado sobre a matéria, que os leva a não aproveitar esta riqueza incomparável da Igreja.

A grande Santa Teresa d’Ávila teve uma visão de Nosso Senhor, durante a qual ela viu no Céu uma religiosa de sua Ordem que era pouco fervorosa. Espantada, quis saber por que a mesma se livrou tão rapidamente do Purgatório. O Divino Redentor então lhe respondeu: “Ela soube aproveitar bem as indulgências que a Santa Igreja lhe concedia”.

Ler durante meia hora um dos livros da Bíblia Sagrada

Explicarei do modo mais sucinto e didático possível como um católico pode obter facilmente uma indulgência plenária, e também como ele pode ir diretamente para o Céu sem passar pelo Purgatório, bastando rezar algumas orações durante a vida.

Nada disso é impossível aos católicos que têm uma vida de piedade normal. Não se requerem méritos nem “truques” pessoais, pois os benefícios advindos das indulgências nos são fornecidos pelos méritos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Virgem Santíssima e dos santos.

Ensinar o Catecismo durante meia hora

Tudo está claramente definido no Manual das Indulgências, documento oficial da Santa Igreja, do qual colhi as condições, normas e vantagens para a obtenção durante a vida da remissão das próprias penas, bem como as vantagens decorrentes, como exponho a seguir.

A remissão das penas temporais devidas aos pecados já perdoados pode ser obtida de várias maneiras: por atos de penitência voluntária, jejuns, sofrimentos no Purgatório, ou através das indulgências.

São seis as condições para se receber uma indulgência plenária:

1 – Ter a intenção de recebê-la. Pode ser uma intenção genérica, enunciada no começo do dia, uma vez por semana ou até uma vez por mês.

2 – Confessar-se. Uma única confissão vale para muitas indulgências plenárias.

3 – Comungar. Uma comunhão vale apenas para uma indulgência plenária.

4 – Rezar pelas intenções do Santo Padre. Pode ser um Padre-Nosso e uma Ave- Maria.

5 – Não ter apego ao pecado, mesmo venial. Isto não significa a exigência de a pessoa não cometer pecado, mas sim de não ter apego a ele e desejar abandoná-lo.

Assistir a uma Primeira Comunhão

6 – Execução da obra. Dou cinco exemplos de atos fáceis de serem realizados:

a) Meia hora de visita ao Santíssimo Sacramento.

b) Rezar um terço em família, em grupo, ou com algum amigo.

c) Ler durante meia hora um dos livros da Bíblia Sagrada.

d) Ensinar o Catecismo durante meia hora.

e) Assistir a uma Primeira Comunhão.

Além de ganhar uma indulgência plenária todos os dias, o fiel que ao longo de sua vida rezar — uma vez por semana, por exemplo — uma oração (a Alma de Cristo ou qualquer outra) fazendo uso de um crucifixo, receberá uma indulgência plenária no momento de sua morte.

Uma dádiva como esta constitui uma verdadeira misericórdia de Deus, desde que queiramos e nos esforcemos para viver na Sua amizade. Ela nos induz a abandonar o pecado e nos livra dos pesos de consciência que sempre acompanham o estado de pecado grave.

Aproveitemos todas as indulgências que nos são concedidas para o nosso proveito, o bem das almas e as necessidades da Santa Igreja, mas principalmente para a maior glória de Deus Nosso Senhor.

Revista Catolicismo no. 805 janeiro de 2018.

http://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0805/p14-15.html

 

2 comentários para O tesouro das indulgências

NEREU AUGUSTO TADEU DE GANTER PEPLOWResponder

11 de Janeiro de 2018 à 21:33

Possam até ver como desproporcional a comparação que vou fazer agora, em razão do artigo em questão: neste perturbador mundo em que vivemos atualmente, penso que deve ter sido mais fácil ter vivido no século XIII, estar vestido com uma armadura de ferro, montado em um poderoso corcel e brandindo uma espada enorme para lá e para cá, cortando cabeças de muçulmanos e furando suas barrigas, até ser atingido por alguma flecha e morrer no meio da batalha…. como é difícil, hoje em dia, lutar contra o mundo e praticar a simplicidade exigida para se obter a indulgência plenária…. que Nossa Senhora sorria para mim de uma vez, me mostre logo o caminho e me dê forças excepcionais….

Frederico HosananResponder

12 de Janeiro de 2018 à 12:18

Que coisa impressionante esse da indulgência plenária! Não sabia que nossa igreja católica concedia um meio tão grande como esse para nossa salvação. Um católico que pratique esse ensinamento se salva infalivelmente. E tão simples de praticar! Basta ter o desejo de querer receber a indulgência, Confessar, comungar, rezar duas orações na intenção do papa, rejeitar o pecado e não querer pecar e pronto, se beneficia da indulgência. Como é que não se ensina isso, meu Deus! Tenho 60 anos e nunca ouvi um padre falar isso num sermão ou em qualquer outro lugar. Seria muito bom se o autor escrevesse mais sobre o que é uma indulgência para quem não conheça bem o que é.

 

Fátima e o Imaculado Coração de Maria

Segundo o calendário tradicional, a festa do Imaculado Coração de Maria é comemorada no dia 22 deste mês. A propósito desta celebração e do Centenário de Fátima, segue um comentário feito por Plinio Corrêa de Oliveira em conferência no dia 5-6-94.

Plínio Correa de Oliveira

Considero uma das partes culminantes das aparições de Fátima as palavras de Nossa Senhora sobre a devoção ao seu Imaculado Coração, ao prometer formalmente o Céu a quem praticá-la. Isso está dito de modo formal na segunda aparição [de 13 de junho de 1917]:

“[Deus] quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono”.

Trata-se de uma promessa categórica feita a Lúcia, Jacinta e Francisco, mas também à humanidade inteira, a nós, a todos aqueles que ao longo dos anos tomassem conhecimento da Mensagem de Fátima: quem abraçar a devoção ao Imaculado Coração Maria, tem a promessa de salvação.

 

Onde quer que essa mensagem ecoe pela Terra, a promessa está feita. Feita, por exemplo, nesse momento, mais uma vez, a todos que estão tomando conhecimento dela. Que alegria e que júbilo seria se recebêssemos essa promessa sozinhos trancados num quarto. Porém, de modo ainda mais solene, ela é feita publicamente aos filhos de Nossa Senhora.

Mas então, corramos! Vamos desde logo dizer que aceitamos! Ela é quem promete: Se fizerem, Eu darei. Se não fizerem, não quer dizer que Eu não vos quererei; entretanto, mais vos quererei se fizerdes uso, se fordes sequiosos em aproveitar esta promessa do meu Imaculado Coração. Vinde!

Ficaremos indiferentes?! Tantas pessoas tomam atitudes de indiferença a promessas magníficas. Por exemplo, a promessa do Sagrado Coração de Jesus das nove primeiras sextas-feiras do mês; a promessa da Comunhão de reparação dos cinco primeiros sábados; a promessa do escapulário do Carmo, de ser retirado do fogo do Purgatório no primeiro sábado do mês; promessas nas quais Nossa Senhora parece que se empenha em multiplicar os meios de nos atrair para o Céu.

Mas há uma coisa qualquer maldita no homem contemporâneo, pela qual diante das promessas mais magníficas ele se interessa menos do que por uma apólice de um seguro de saúde…

Notem que linda comparação fez a Santíssima Virgem na referida aparição em Fátima: Quem abraçar a devoção ao Imaculado Coração, além da promessa de salvação, “serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono”.

As almas que atenderem, Ela colocará no Céu junto ao trono de Deus, como uma senhora deposita flores no altar junto ao próprio Santíssimo Sacramento. É uma beleza imaginar nossa alma colocada como uma flor junto a Deus no Céu. Haverá algo comparável a isso? Mas as pessoas ouvem falar disso e passam indiferentes.

Plinio Corrêa de Oliveira – Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo

Quando os cães precisam apontar a presença real de Jesus Cristo

Sergio Bertoli (*)

           O que entendemos por milagre na doutrina da Igreja Católica, Apostólica, Romana? – Trata-se de um fato, ou melhor, de um acontecimento que contraria as leis da natureza. Nosso Senhor Jesus Cristo realizou incontáveis milagres, sendo o da própria ressurreição o maior de todos, pois se não tivesse ressuscitado nossa fé seria vã.

Milagre é também um dos aspectos da vida dos Santos e uma confirmação marcante da veracidade da Igreja, que na sua sabedoria e prudência foi sempre muito cautelosa na comprovação de um milagre. Exemplo disso ocorre em Lourdes, na França, onde de 1858 até hoje houve incontáveis milagres operados, embora os reconhecidos pela Igreja ainda não cheguem a setenta.

A Igreja sempre incentivou os fieis a fortalecerem sua fé admirando e contemplando os milagres. Por exemplo, há muitos deles relativos à Presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Hóstia consagrada. Talvez o mais conhecido seja o de Lanciano, Itália. No site www.americaneedsfatima.org consta a narrativa de um milagre eucarístico relativamente recente, digna de figurar na Legende dorée ou nos Fioretti de São Francisco de Assis.

No último dia da estadia de João Paulo II aos EUA, em 1995, ele visitou em Baltimore o seminário de Santa Maria. Quis também fazer uma visita não programada à capela do Santíssimo Sacramento. Sentindo os responsáveis pela sua segurança a necessidade de uma ágil tomada de precauções, puseram-se a percorrer as salas e demais dependências com cães farejadores, utilizados em desabamentos de prédios e catástrofes naturais.

O objetivo era localizar eventuais pessoas escondidas no local com intenções escusas. Os cães esquadrinharam a Capela e nada encontraram. Farejaram também o altar do Santíssimo Sacramento, e não encontraram ninguém. Quando chegaram diante do Sacrário, pararam e olharam fixamente, como procedem quando há alguém entre os escombros.

Com os olhares fixos no Sacrário, cheiravam, grunhiam e se recusavam a sair do local, apresentando todas as características de estar ali uma pessoa escondida. Na verdade, não havia ninguém, exceto no interior do tabernáculo, onde estava realmente o verdadeiro corpo, sangue, alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os cães só se retiraram depois de receber ordens dos seus responsáveis.

Inteirei-me do acontecimento apenas agora, ou seja, 20 anos depois, apesar da rapidez sideral dos meios de comunicação de nossos dias. Com efeito, tamanha é a indiferença das pessoas de hoje em relação ao sobrenatural e à Religião, que Deus Se serviu desses cães para lhes dar uma lição de credulidade. Se estivéssemos nos tempos medievais, tal acontecimento seria certamente imortalizado em maravilhosos vitrais de várias de suas imponentes catedrais.

(*) Sergio Bertoli é jornalista e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

A morte de São José

A morte de São José

Gregório Vivanco Lopes

No dia 19 de março comemora-se a festa de São José. A propósito, é oportuno reproduzir o Conto inspirado no conjunto escultural representando São José em agonia (foto), que se venera na igreja de São José, no centro do Rio de Janeiro, ao lado da Assembleia Legislativa.

 

São José chegara ao fim de seus dias. Ninguém como ele, entre tantos varões veneráveis que o precederam na santidade, fora incumbido de missão tão alta. Ele era o guarda e protetor do Filho de Deus feito homem e de sua Mãe santíssima.

Deus Pai o escolhera pessoalmente para esse mister elevado entre todos. E São José cumprira sua missão com tanta perfeição, tanta dignidade, tanta humildade junto a seus inefáveis protegidos, tanta força e astúcia contra os inimigos de Jesus, insuflados por toda parte pelo demônio, que esteve inteiramente à altura dos desígnios divinos.

Tanto quanto é possível a uma simples criatura, ele teve proporção com o sublime encargo de ser esposo da Santíssima Virgem e pai adotivo do Verbo de Deus encarnado. Quanto isto significa!

* * *

Aproximava-se, porém, o tempo em que Jesus iria iniciar sua missão pública; a Virgem Maria não mais se encontrava na situação de uma jovem mãe que precisa de proteção diante de um mundo hostil e de línguas aleivosas. A missão de São José chegara magnificamente a seu termo, e ele agonizava placidamente.

De um lado e de outro da cama, Nosso Senhor e Nossa Senhora, emocionados, o contemplavam com amor e gratidão, tristes porque ele partia, mas supremamente consolados por saber que o aguardava a melhor das recompensas celestes.

Do lado de fora, como quer uma antiga tradição, a morte impaciente mas temerosa não ousava entrar para recolher sua presa, pois esperava um sinal do Altíssimo, postado ao lado do moribundo.

São José tivera sempre tal veneração pela Virgem Santíssima, uma ideia tão elevada de seus méritos e virtudes, tal respeito por sua virgindade imaculada, que jamais ousara tocar sequer um fio de seu cabelo.

Agora, posto ele em seu leito de morte, a Santíssima Virgem, como recompensa por tanta dedicação lhe segura a mão, num supremo ato de reconhecimento e amizade.

Aquele toque quase divino comunicou a São José, ainda lúcido, tal alegria sobrenatural, que ele, varão castíssimo, sentiu sua alma invadida por uma graça de superior virginalidade, como se a inundasse um rio de águas puríssimas, cristalinas e benfazejas.

Essa sensação inefável –– até então para ele desconhecida, porque acima do que a natureza humana pode alcançar –– o elevou a um patamar de indizível união com Deus, inacessível à nossa compreensão atual, mas que um dia no Céu ele poderá nos contar.

Estava São José nesse verdadeiro êxtase, quando sentiu pousar sobre seu ombro direito a mão amiga do Filho de Deus. Incontinenti, viu-se submerso em Deus, e Deus nele. Era a visão beatífica, não concedida até então a nenhum mortal, pois o acesso ao Céu fora fechado pelo pecado de Adão, e lhe era comunicada por antecipação, ainda que fugazmente.

São José notou em seguida que uma coorte de pessoas se aproximava dele. Reconheceu na primeira fila o patriarca Abraão e o profeta Moisés, seguidos de todos os justos que o haviam precedido com o sinal da fé. Só então ele se deu conta de que não estava mais nesta Terra, e que adentrara os umbrais do Limbo.

Todos os habitantes daquele lugar o interrogavam atropeladamente: Quando se consumará a Redenção? Quando nos será aberto o Paraíso celeste que tanto esperamos, alguns há milhares de anos? Como é o Filho de Deus? E sua Mãe Santíssima, como é a sua presença?

São José a todos respondia com atenção e bondade, mas já começando a sentir uma saudade imensa daqueles dois seres perfeitíssimos, com quem conviveu tão proximamente nesta Terra de exílio.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

http://www.abim.inf.br/

 

Novo livro para download A Mãe do Senhor

Acreditamos que a maior parte dos que acompanham nosso blog são devotos da SS. Virgem. Um dos maiores desejos de quem se considera filho desta tão boa Mãe é sempre aumentar sua devoção e seu amor a Ela. Em especial aqueles que fizeram sua consagração como “Escravos de Amor” segundo o Tratado da Verdadeira Devoção à SS. Virgem de São Luís Maria G. de Montfort.

A exemplo de um grande devoto Dela, pedimos diariamente a Nossa Senhora que, antes de darmos nosso ultimo suspiro nesta vida, tenhamos chegado à plenitude de devoção e amor que Ela espera de nós. Temos certeza de que esse é também o supremo desejo de Seu Divino Filho.

É com essa intenção que apresentamos este novo livro aos nossos amigos: “A Mãe do Senhor”, livro de autoria de José Patsch. Diz o autor: “Nas páginas que se seguem, tenciono apresentar aos leitores uma imagem de Maria segundo as fontes autenticas, excluindo tudo o que for pura imaginação, tudo o que não for suficientemente documentável”.

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora não se satisfaz em ficar somente nos sentimentos e afeições – aliás, mais do que legítimos – mas procura fundamentar em princípios essa devoção, a qual será o seu sustentáculo nas horas de aridez e provação. Segundo nosso parecer, o livro preenche em boa medida esse anseio.

Estamos adiantados na leitura do livro e já nos convencemos ser bastante útil e edificante sua leitura. Dedicamos algum tempo para digitalizá-lo a fim de oferecermos uma boa leitura a todos. Àqueles que tirarem algum proveito dessa publicação, pedimos um “pagamento” de três Ave Marias pelo apostolado de nosso blog. Boa leitura!

Em Jesus e Maria

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PS- A pintura acima da SS. Virgem é renascentista, não de nosso inteiro agrado. Publicamos  pelo fato de  o autor a comentar logo nas primeiras pags. do livro. Pode satisfazer a curiosidade de quem não a conhece.

O Triunfo da Misericordia

Autoria de Santa Terezinha do Menino Jesus.

           Ao publicarmos em nosso site o livro O Triunfo da Misericórdia, algumas considerações, tiradas do próprio livro, se fazem necessárias.
           O livro trata “do problema dos problemas: Deus considerado em relação ao homem pecador, cujo procedimento chega, por vezes, a formar um inextricável emaranhado de pecados sobre pecados”.
          Por um lado, trata de desfazer a ideia “Jansenista – já condenada pela Igreja desde 1642 – ….colocando Deus tão alto e tão longe dos homens, que o tornaram quase inacessível para um grande numero de almas! Com efeito, apresentaram-no como um Juiz tão severo, um Justiceiro tão rigoroso, um Deus tão terrível, numa palavra, que eles desviaram do Melhor e Mais Terno dos pais o coração dos filhos, e espalharam o espanto na alma dos pecadores! Como consequência disto, viu-se que, ainda os menos culpados dos filhos de Eva não se aproximaram mais de Deus, senão tremendo, não ousando mais pronunciar sequer o seu nome”
          Por outro lado, o autor deixa claro o escolho a ser evitado; “Na soleira deste luminoso e benfazejo oásis que se chama O Campo da Confiança, onde se dilatam e reconfortam as almas, empenhamo-nos em declarar que aqui não se trata absolutamente de uma confiança qualquer, confiança temerária, confiança à moda protestante, enunciada por Lutero: “Peca quanto quiseres, mas crê mais = Pecca fortier, sed crede fortius!”.
         Tal confiança leva direitinho ao abismo. Porque ela nega a necessidade das boas obras, mesmo da penitência!
         A confiança de que nós entendemos falar aqui é unicamente a confiança que tem por base o arrependimento e o bom propósito.
         Nestas condições, nenhuma barreira ao perdão divino!”.
         É o que tínhamos a considerar, BOA LEITURA. Clik aqui

A Alma de Todo Apostolado – D. Jean-Baptiste Chautard

“Se quereis que Deus abençõe e torne fecundo o vosso apostolado, empreendido para a sua glória, impregnai-vos bem do espírito de Jesus Cristo, procurando adquirir uma intensa vida interior. Para este fim, nao vos posso indicar melhor guia do que “A alma de todo o apostolado”de Dom Chautard, abade cisterciense. Recomendo-vos, calorosamente, esta obra, que estimo particularmente, e da qual fiz o meu próprio livro de cabeceira”. São Pio X

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AS REGRAS DE CORTESIA E DE CIVILIDADE CRISTÃ


AS REGRAS DE CORTESIA E DE CIVILIDADE CRISTÃ

Para uso das escolas Cristãs

Por

São João Batista de La Salle

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O Livro da Confiança

Novo livro para download – O livro da confiança – Pe. Thomas de Saint-Laurent
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Novo livro para download

A Arte de Aproveitar-se das próprias faltas – Pe. José Tissot – Segundo Sao Francisco de Sales
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